Muitos dizem que uma imagem vale mais que mil palavras. Pode parecer clichê, mas quem duvida disso provavelmente não conhece o trabalho do fotógrafo ucraniano Oleg Oprisco. Seu estilo envolvente e cheio de significado é capaz de criar imagens que poderiam muito bem vir de um mundo de sonhos. Confira, reflita e se inspire!
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domingo, 12 de julho de 2020
UMA FOTO FALA MAIS QUE MIL PALAVRAS
2. Uma vida repleta de melodia
3. Contrastes
4. Camuflagem
5. Pintar a esperança
6. Vontade de voar
7. O tempo não é suficiente
8. Outra forma de ver a vida
9. Deixar-se levar
10. Tão perto e tão longe
11. Conectando-nos
12. Contra o mau tempo, cor!
13. Tecendo ilusões
14. A longa viagem a lugar nenhum
15. Tardes cheias de fantasia
16. Paixão em todas as suas formas
17. Abrir o caminho passo a passo
sábado, 11 de julho de 2020
MORRER...
quinta-feira, 9 de julho de 2020
ALEATORIEDADES
Quando você nasceu, ainda que por apenas alguns segundos, você foi a pessoa mais jovem do planeta.














domingo, 5 de julho de 2020
11 Curiosidades sobre COVID-19
Confira algumas curiosidades sobre este virus tão fatal:
1. O vírus não se reproduz sozinho, ele precisa de uma célula hospedeira para fazer isso e continuar a infecção
2. Não existe bochecho capaz de matar o vírus
3. O vírus é transmitido por meio de aspiração aérea ou pelo contato com a mucosa, por isso é importante lavar as mãos para que não ele não seja levado da pele para as vias aéreas, boca e/ou olho principalmente
4. O vírus está presente na saliva e as gotículas podem ser capaz de transmitir a doença a outras pessoas por tosse ou conversa
5. O COVID-19 afeta principalmente as células do pulmão e intestino, mas temos visto relato de outras células sendo afetadas como orofaringe e língua.
6. Foi encontrado carga viral alta em dorso de língua (parte superior da língua), por isso que um dos sintomas pode ser a perda de paladar, inclusive pode ser o único
7. A perda de olfato pode ser um outro e único sintoma
8. A parte posterior da faringe concentra também uma alta carga viral
9. Essa é a sexta pandemia que o mundo vive
10. O vírus não é capaz de entrar na pele, apenas em mucosas (boca, nariz, olhos, etc)
11. O álcool com concentração menor que 70 não é eficaz para desinfecção
domingo, 26 de abril de 2020
MEGALODON: MITO OU VERDADE?
O nome megalodon tem origem nas palavras gregas megás, que significa grande, e odon, que significa "dente". Portanto, ao pé da letra, megalodon nada mais é do que "dente grande". E, de fato, seus dentes podiam chegar a mais de 17 centímetros de comprimento. Com um dente desse tamanho, não admira que ele tenha sido o maior predador marinho que já existiu.
O tamanho do bicho
E quando falamos em gigantesco, não estamos de brincadeira: o bicho podia chegar a assustadores 18 metros de comprimento, deixando o tubarão branco no chinelo!
Já imaginou estar tomando um banho de mar e dar de frente com esse monstro?

A imagem acima ilustra bem o que estamos querendo dizer. O tubarão que aparece na cor roxa, o Rhincodon typus, é o tubarão-baleia, o maior peixe do mundo. Ele pode chegar a 15 metros de comprimento. Já o Carcharodon carcharius, o temido tubarão-branco, pode medir entre 3,5 e 7 metros. Nada que se compare aos 18 metros do maior tubarão de todos os tempos!
Afinal: o megalodon ainda existe?
O filme Megatubarão, lançado em 2018, deixou a galera de cabelo em pé. Será que as profundezas oceânicas abrigam seres que pensamos estar extintos? Será que o megalodon, que os cientistas julgam ter desaparecido há mais de 2 milhões de anos, vive escondido do ser humano em zonas abissais do vasto oceano?
A resposta é não. O megalodon é uma espécie extinta, tal como o T-Rex e o tigre da Tasmânia. E tudo o que sabemos sobre ele depende de estudos minuciosos feitos através de fósseis de indivíduos da espécie ou de peixes que foram mordidos por esse enorme predador.

Cientistas concordam que o que provocou a extinção do megalodon há 2,6 milhões de anos foi a escassez de comida. Em outras palavras: os antigos gigantes dos mares morreram de fome.
Pesquisadores chegaram a essa conclusão identificando quem eram as suas presas preferidas. Para isso, analisaram fósseis de pequenas espécies de baleias e pinípedes (mamíferos aquáticos da família das focas e leões-marinhos) que haviam sido mordidos e provavelmente devorados por esses gigantescos predadores marinhos. Só sobraram alguns ossinhos para contar a história...
As presas dos megalodons eram preferencialmente as baleias de pequeno porte ou anãs (como a extinta Piscobalaena nana), e o desaparecimento total dos megatubarões está associado ao desaparecimento de sua presa predileta.
Quem faz essa afirmação é o pesquisador da Universidade de Pisa, Alberto Collareta. Para ele, isso explicaria a extinção repentina desse enorme predador após milhões de anos de supremacia nos mares.
Mas o que teria provocado a extinção das baleias anãs? O resfriamento dos oceanos. Essa mudança alterou a vida nas águas costeiras, onde viviam as baleias anãs, e favoreceu o desenvolvimento de baleias maiores, como a conhecida jubarte. Por mais que os megalodons fossem enormes e tivessem uma mandíbula poderosa, uma jubarte de 30 toneladas e 16 metros de comprimento era grande demais para ele.

Um dado curioso sobre o megatubarão é que ele não frequentava a nossa costa. De acordo com Catalina Pimiento, PhD em biociências pela Swansea University, no Reino Unido, a distribuição do megalodon era global. Ocorrências fósseis foram encontradas nos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico.
As costas europeias, americanas e asiáticas eram frequentadas por ele, e até nos mares argentinos foram encontrados vestígios da passagem do megatubarão. Um dos poucos lugares do mundo onde não foi encontrado nenhum indício do extinto megalodon foi o Brasil.
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