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quinta-feira, 9 de julho de 2020

ALEATORIEDADES

Você não se cansa de navegar pela internet e se deparar com uma incrível quantidade de notícias ruins o tempo todo? Ou quem sabe você já tenha lido a sua cota de artigos e matérias com conteúdo mais denso. Então, que tal dar uma olhadinha na lista de curiosidades abaixo, baseada em uma publicação do site Bored Panda, que são totalmente aleatórias e até mesmo divertidas, só para descontrair um pouco o seu dia e torná-lo mais feliz? Confira:



Quando você nasceu, ainda que por apenas alguns segundos, você foi a pessoa mais jovem do planeta.




2 – As aranhas são incapazes de voar.




3 – Na Suécia existe uma competição de saltos de obstáculos para coelhos.




4 – As tartarugas também podem respirar através de seus traseiros.




5 – Os Beatles usaram a palavra “Love” — ou “Amor” em inglês — 613 vezes em suas canções.

 




6 – Existem macacos no Japão que usam moedas para comprar petiscos em máquinas de conveniência.




7 – As lontras-marinhas dormem de “mãozinhas” dadas para não correrem o risco de se afastarem umas das outras.




8 – Um pinguim foi nomeado Cavaleiro Honorário da Guarda do Rei da Noruega.




9 – Na China, se alguém matar um urso panda pode ser sentenciado à morte.




10 – Quando estamos beijando, queimamos duas calorias por minuto.




11 – No Butão, existe um importante indicador social chamado “Felicidade Interna Bruta”.




12 – Pesquisadores descobriram que as vacas produzem mais leite quando estão ouvindo músicas tranquilas, especialmente quando ouvem “Everybody Hurts” da banda R.E.M.





13 – Os esquilos plantam milhares de árvores todos os anos por acidente, simplesmente porque se esquecem de onde enterram suas sementes.




14 – O casal de dubladores que interpretavam os personagens Mickey e Minie Mouse se casou na vida real.




15 – A Tabela Periódica, o Google, a estrutura do DNA e a música “Yesterday” dos Beatles, foram todas ideias que foram concebidas durante os sonhos de seus criadores.





FONTE:https://www.megacurioso.com.br/cotidiano/39674-15-curiosidades-aleatorias-que-vao-tornar-o-seu-dia-mais-feliz.htm

domingo, 5 de julho de 2020

11 Curiosidades sobre COVID-19


Sabemos que o mundo está enfrentando o
novo coronavírus que tem se espalhado
rapidamente e mudado a rotina dos cidadãos, 
trabalhadores, alunos e colocando profissionais 
de saúde na linha de frente nessa batalha.

Confira algumas curiosidades sobre este virus tão fatal:


1. O vírus não se reproduz sozinho, ele precisa de uma célula hospedeira para fazer isso e continuar a infecção


2. Não existe bochecho capaz de matar o vírus


3. O vírus é transmitido por meio de aspiração aérea ou pelo contato com a mucosa, por isso é importante lavar as mãos para que não ele não seja levado da pele  para as vias aéreas, boca e/ou olho principalmente


4. O vírus está presente na saliva e as gotículas podem ser capaz de transmitir a doença a outras pessoas por tosse ou conversa


5. O COVID-19 afeta principalmente as células do pulmão e intestino, mas temos visto relato de outras células sendo afetadas como orofaringe e língua.


6. Foi encontrado carga viral alta em dorso de língua (parte superior da língua), por isso que um dos sintomas pode ser a perda de paladar, inclusive pode ser o único






7. A perda de olfato pode ser um outro e único sintoma


8. A parte posterior da faringe concentra também uma alta carga viral

9. Essa é a sexta pandemia que o mundo vive


10. O vírus não é capaz de entrar na pele, apenas em mucosas (boca, nariz, olhos, etc)


11. O álcool com concentração menor que 70 não é eficaz para desinfecção





FONTE: https://odontoempresas.com.br/curiosidades-sobre-covid-19/

domingo, 26 de abril de 2020

MEGALODON: MITO OU VERDADE?

O megalodon ou megalodonte (o Carcharodon megalodon) foi uma espécie gigante de tubarão pré-histórico que viveu entre o Mioceno, há cerca de 23 milhões de anos, e o Plioceno, há mais ou menos 2,6 milhões de anos. A espécie humana, surgida há aproximadamente 200 mil anos, estava longe de dar as caras quando o gigantesco megalodon era o rei dos mares.

O nome megalodon tem origem nas palavras gregas megás, que significa grande, e odon, que significa "dente". Portanto, ao pé da letra, megalodon nada mais é do que "dente grande". E, de fato, seus dentes podiam chegar a mais de 17 centímetros de comprimento. Com um dente desse tamanho, não admira que ele tenha sido o maior predador marinho que já existiu.
O tamanho do bicho

E quando falamos em gigantesco, não estamos de brincadeira: o bicho podia chegar a assustadores 18 metros de comprimento, deixando o tubarão branco no chinelo!

Já imaginou estar tomando um banho de mar e dar de frente com esse monstro?


O megalodon comparado com as feras marinhas da atualidade.

A imagem acima ilustra bem o que estamos querendo dizer. O tubarão que aparece na cor roxa, o Rhincodon typus, é o tubarão-baleia, o maior peixe do mundo. Ele pode chegar a 15 metros de comprimento. Já o Carcharodon carcharius, o temido tubarão-branco, pode medir entre 3,5 e 7 metros. Nada que se compare aos 18 metros do maior tubarão de todos os tempos!
Afinal: o megalodon ainda existe?

O filme Megatubarão, lançado em 2018, deixou a galera de cabelo em pé. Será que as profundezas oceânicas abrigam seres que pensamos estar extintos? Será que o megalodon, que os cientistas julgam ter desaparecido há mais de 2 milhões de anos, vive escondido do ser humano em zonas abissais do vasto oceano?

A resposta é não. O megalodon é uma espécie extinta, tal como o T-Rex e o tigre da Tasmânia. E tudo o que sabemos sobre ele depende de estudos minuciosos feitos através de fósseis de indivíduos da espécie ou de peixes que foram mordidos por esse enorme predador.



Dente de megalodon ao lado de dois dentes de tubarão-branco.

Como o maior tubarão do mundo foi extinto?

Cientistas concordam que o que provocou a extinção do megalodon há 2,6 milhões de anos foi a escassez de comida. Em outras palavras: os antigos gigantes dos mares morreram de fome.


Pesquisadores chegaram a essa conclusão identificando quem eram as suas presas preferidas. Para isso, analisaram fósseis de pequenas espécies de baleias e pinípedes (mamíferos aquáticos da família das focas e leões-marinhos) que haviam sido mordidos e provavelmente devorados por esses gigantescos predadores marinhos. Só sobraram alguns ossinhos para contar a história...

As presas dos megalodons eram preferencialmente as baleias de pequeno porte ou anãs (como a extinta Piscobalaena nana), e o desaparecimento total dos megatubarões está associado ao desaparecimento de sua presa predileta.

Quem faz essa afirmação é o pesquisador da Universidade de Pisa, Alberto Collareta. Para ele, isso explicaria a extinção repentina desse enorme predador após milhões de anos de supremacia nos mares.

Mas o que teria provocado a extinção das baleias anãs? O resfriamento dos oceanos. Essa mudança alterou a vida nas águas costeiras, onde viviam as baleias anãs, e favoreceu o desenvolvimento de baleias maiores, como a conhecida jubarte. Por mais que os megalodons fossem enormes e tivessem uma mandíbula poderosa, uma jubarte de 30 toneladas e 16 metros de comprimento era grande demais para ele.



Reconstrução de um megalodon e sua arcada em escala real. Museo de la Evolución de Puebla, no México.
O megalodon frequentava águas brasileiras?

Um dado curioso sobre o megatubarão é que ele não frequentava a nossa costa. De acordo com Catalina Pimiento, PhD em biociências pela Swansea University, no Reino Unido, a distribuição do megalodon era global. Ocorrências fósseis foram encontradas nos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico.


As costas europeias, americanas e asiáticas eram frequentadas por ele, e até nos mares argentinos foram encontrados vestígios da passagem do megatubarão. Um dos poucos lugares do mundo onde não foi encontrado nenhum indício do extinto megalodon foi o Brasil.




FONTE:https://www.hipercultura.com/megalodon-maior-tubarao-mundo/

quinta-feira, 16 de abril de 2020

ANAK KRAKATOA

Nova erupção do vulcão Anak Krakatoa



O vulcão Anak Krakatau (fiho de Krakatoa, na tradução do javanês), que fica em uma ilha entre Java e Sumatra, na Indonésia, voltou a entrar em erupção na sexta-feira, 10 de abril de 2020. Segundo as agências de notícias, não houve vítimas, mas na manhã do sábado, 12, o vulcão ainda estava erupção contínua.



Este vulcão é filho do conhecido vulcão Krakatoa, que teve uma erupção violenta em 1883. A pluma de fumaça deste vulcão persistiu por muito tempo na atmosfera causando período de resfriamento atmosférico global.



Segundo informações do serviço meteorológico da Islândia, desde o final de janeiro foram registrados cerca de 8 mil tremores de terra. As elevações de magma chegaram há 10 cm, o que traz o alerta de que a atividade vulcânica possa aumentar ainda mais.



Dessa forma, cientistas temem que durante o aumento da atividade sísmica na região, a atividade vulcânica possa se estender por décadas. Há o risco da lava fluir em direção à cidade de Grindavík impactando e trazendo risco a vida a diversas pessoas.




Um pouco da história da família Krakatoa

Já houve um dia uma ilha chamada Krakatoa, onde estava o vulcão Krakatoa. Mas em 26 de agosto de 1883 ocorreu uma violenta erupção do vulcão e a ilha sumiu do mapa.

Esta erupção de 1883 foi a maior já ocorrida do vulcão Krakatoa. Foi o maior número de mortes associado a uma atividade vulcânica, com cerca de 36000 vítimas fatais.



Com o tempo, começou a emergir da cratera uma formação rochosa que foi batizada de Anak Krakatoa, o filho de Krakatoa.



O vulcão Anak Krakatoa, surgiu do que sobrou da grandiosa erupção do vulcão Krakatoa, o “pai”. A última vez que o Anak Krakatoa teve uma grande erupção foi no ano de 2018, que provocou uma tsunami e matou 437 pessoas. Embora a erupção tenha ocorrido em dezembro de 2018, o vulcão já mostrava sinais de atividade seis meses antes, a partir de junho.







Curiosidades sobre o vulcão Anak Krakatoa


Nuvens Pirocumulus

Durante o processo de erupção vulcânica, ocorre a formação de um tipo bem específico de nuvem, que é a pirocumulus, ou nuvem de fogo.

Esse tipo de nebulosidade possui uma turbulência intensa, que por sua vez provoca fortes rajadas de vento em superfície e até raios podem ser observados. Isso porque partículas de rochas formadas pelo magma também são lançadas na atmosfera em forma de cinzas. Essas rochas batem uma nas outras e acabam por gerar cargas elétricas que dão origem ao raio.




Aerossóis vulcânicos

O aerossol vulcânico é um dos três tipos que afetam diretamente o clima da Terra. Os outros dois são os desérticos e os de ação humana. Aqui, vamos nos concentrar nos aerossóis provenientes dos vulcões e a sua ação direta na atmosfera.



Algumas erupções vulcânicas são tão fortes que podem lançar partículas de aerossol em camadas muito altas da atmosfera, como na estratosfera que fica a uma altura compreendida entre 15km e 50km. A composição dominante neste tipo de aerossol é o dióxido de enxofre (SO2) que pode ser convertido em gotas ácido sulfúrico (H2SO4). Quando em contato com a água compreendida na atmosfera, essa concentração pode durar até meses após a erupção.









Como os detritos de uma erupção vulcânica interferem na atmosfera





Ventos da estratosfera transportam esses aerossóis praticamente por todo o globo terrestre que, uma vez formado, pode circular pela atmosfera por um período de até dois anos.

Os aerossóis vulcânicos refletem a luz do sol, o que reduz a energia que chega na superfície terrestre. Dessa forma, a temperatura local tende a diminuir, uma vez que ocorre a diminuição da luz solar.



FONTE:https://www.climatempo.com.br/noticia/2020/04/11/efeitos-de-erupcoes-vulcanicas-na-atmosfera-2853

terça-feira, 14 de abril de 2020

BOOOOM

É impossível se esquecer das explosões atômicas de Hiroshima e Nagasaki, no Japão, que, em 1945, mataram instantaneamente 150 mil pessoas, além de gerar manchas na pele, queda de cabelos e gengivas sangrando por conta dos efeitos da radiação que, em poucos dias, faria mais vítimas fatais.
A bomba atômica funciona da seguinte forma: um fenômeno chamado fissão nuclear dá origem ao fenômeno. Na bomba de Hiroshima, o material que sofreu a fissão era o urânio-235 (235 é a soma de prótons e nêutrons desse átomo). A energia liberada na explosão foi equivalente a 12 mil toneladas de TNT. Nesse processo de quebra (fissão), perde-se massa e se produz energia.
A explosão de uma bomba atômica produz uma bola de fogo de 1 milhão de graus Celsius e luz que pode cegar a quilômetros de distância, além de uma ventania de mais de 1.000 km/h. Seu resultado é uma destruição total num raio de 10 km do centro da explosão. Há, ainda, as consequências do deslocamento de ar gerado pela subida da bola de fogo, por meio da qual um vento quente "suga" os destroços em direção à explosão, formando uma nuvem de poeira em forma de cogumelo.
A detonação de uma bomba atômica emite radiações nocivas -alfa, beta e gama -, vindas de núcleos instáveis formados na fissão do U-235, como o de bário-140. Essa situação tem origem no número de prótons no núcleo desses átomos. Os prótons, positivos, se repelem, "desmoronando" o núcleo. Anemia, hemorragia, náusea e, depois, catarata e câncer, além do nascimento de bebês doentes e até deformados, são as consequências dessas radiações.


FONTE:https://www.professoresdeplantao.com.br/blog/post/107/como-funciona-uma-bomba-atomica

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